E aê, eu tava sem idéia pra postar, então vão essas fotos mesmo (idéia besta pra caralho, mas tudo bem).
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Nothing Else Matters:
Nothing Else Matters sem dúvida ocasionou uma evolução no Metallica. Sendo o terceiro single lançado pelo Metallica em 20 de abril de 1992, a canção chegou ao número 6 da parada de singles do Reino Unido, e atingindo o número 11 nos Estados Unidos.
Também seria consagrada por seu clipe, montado a partir de trechos divertidos do documentário de Adam Dubin(quem dirigiu os videos de músicas para o Metallica).
A canção foi regravada mais de quarenta vezes por outros artistas.
As letras falam sobre ser "tão perto, não importa o quão longe", foram dedicadas a uma antiga namorada de Hetfield. Inicialmente, a música não foi feita para ser lançada, James na verdade tinha escrito para si mesmo, mas depois o baterista Lars Ulrich ouviu a música e achou sensacional e, acabou permanecendo no Black Álbum.
Reload:
ReLoad é o sétimo álbum de estúdio da banda Metallica, lançado a 18 de Novembro de 1997. Ele é a gravação de músicas que não fizeram parte do álbum anterior Load. Assim como seu antecessor, esse álbum é um apelo comercial.
Reload tinha um visual e uma sonoridade que refletiam o que era: restos do prato principal (Load). Havia alguns destaques, mas eram poucos: a contagiante e feroz faixa de abertura, "Fuel", teria se encaixado bem em qualquer álbum anterior do Metallica, sendo a letra uma metáfora concisa a respeito daqueles que conduzem a vida como o seu carro: depressa demais. "The Memory Remais", lançada como primeiro single, era mais um momento especial - aparentemente, uma canção à moda antiga com riffs de heavy metal a respeito dos perigos do estrelato, mas estragada pelo desejo exagerado de incrementar demais com uma participação irritante e superficial de Marianne Faithfull, cantarolando palavras sem sentido, exceto o de fazer a banda parecer descolada.
Até à data o álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias nos Estados Unidos, e foi certificado Ouro no Reino Unido, tendo vendido mais de 100 mil cópias
FAIXAS:
Reload tinha um visual e uma sonoridade que refletiam o que era: restos do prato principal (Load). Havia alguns destaques, mas eram poucos: a contagiante e feroz faixa de abertura, "Fuel", teria se encaixado bem em qualquer álbum anterior do Metallica, sendo a letra uma metáfora concisa a respeito daqueles que conduzem a vida como o seu carro: depressa demais. "The Memory Remais", lançada como primeiro single, era mais um momento especial - aparentemente, uma canção à moda antiga com riffs de heavy metal a respeito dos perigos do estrelato, mas estragada pelo desejo exagerado de incrementar demais com uma participação irritante e superficial de Marianne Faithfull, cantarolando palavras sem sentido, exceto o de fazer a banda parecer descolada.
Até à data o álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias nos Estados Unidos, e foi certificado Ouro no Reino Unido, tendo vendido mais de 100 mil cópias
FAIXAS:
- Fuel
- The Memory Remains
- Devil's Dance
- The Unforgiven II
- Better than You
- Slither
- Carpe Diem Baby
- Bad Seed
- Where The Wild Things Are
- Prince Charming
- Low Man's Lyric
- Attitude
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Filme do Metallica - Trough the Never:
O filme foi lançado no dia 4 de Outubro de 2013, dirigido por Nimrod Antal, com a participação do ator Dane deHaan ( que eu a propósito, admiro muito), e claro, com os integrantes do Metallica!
O show, filmado durante apresentações da banda em Vancouver e Edmonton, no Canadá, é impressionante; já o “filme”, é totalmente dispensável. O fiapo de roteiro apresenta um ajudante da produção do show que precisa ir às ruas às pressas para resgatar um material que será usado pela banda. Logo, se vê em meio a uma batalha entre policiais e uma horda de “guerreiros urbanos”. Passa a ser perseguido por um sujeito muito estranho em cima de um cavalo. O resto é resto e é difícil achar algum sentido na história. Não espere algum desfecho plausível, até porque nem sequer há desfecho.
o show, filmado durante apresentações da banda em Vancouver e Edmonton, no Canadá, é impressionante; já o “filme”, é totalmente dispensável. O fiapo de roteiro apresenta um ajudante da produção do show que precisa ir às ruas às pressas para resgatar um material que será usado pela banda. Logo, se vê em meio a uma batalha entre policiais e uma horda de “guerreiros urbanos”. Passa a ser perseguido por um sujeito muito estranho em cima de um cavalo. O resto é resto e é difícil achar algum sentido na história. Não espere algum desfecho plausível, até porque nem sequer há desfecho.
Em entrevista ao site The Dissolve, publicada semana passada, o diretor Nimród Antal afirma que a intenção era, mesmo, fazer um filme “abstrato”, até por conta das limitações de tempo. “Eu queria que ele (o filme) fosse obscuro. Eu queria que ele fosse abstrato. Eu não queria que fosse a estrutura de três atos americana, certinha, toda engravatada. Este, por ser primeiramente e de forma mais importante, um concerto-filme, eu tive que criar um conceito que trabalhasse dentro do que eles estivessem fazendo. Você não tem uma hora e meia, você não tem duas horas para gastar com um personagem, você não tem diálogo”, afirmou Antal. O Whiplash traz aqui mais trechos da entrevista, traduzidos em português.
Ao fim, a parte essencial de Metallica: Through the Never é justamente o show da banda, que surge mais extravagante e performática do que nunca. O enorme e complexo palco é uma atração à parte, assim como as explosões, raios de luz e imagens projetadas ao redor e sobre os pés dos músicos – pense em um videoclipe em tempo real. O 3D contribui e muito na imersão do espectador, junto de closes virtuosos das feições de Hetfield, Hammet, Lars e Rob e seus instrumentos. Tudo tem ares de espetáculo: em Ride the Lightning, uma cadeira elétrica desce do teto soltando raios e em …And Justice for All, uma estátua é montada ao lado da bateria, só para ser despedaçada em seguida.
O setlist, apesar de previsível e enxuto – o filme tem uma hora e meia, incluindo as cenas externas – também deve agradar aos fãs, com a presença de clássicos “das antigas” como Master of Puppets,One, Battery, Hit the Lights e For Whom the Bell Tolls. Se puder, assista no IMAX do Shopping Palladium, em Curitiba: seus olhos e ouvidos agradecerão (não, eu não recebi nada para fazer propaganda).
Claro que assistir a um show no cinema, independente do gênero musicial, sempre tem suas limitações. Apesar da sessão que fui estar cheia de metaleiros, nem mesmo os mais empolgados arriscaram fazer coro às músicas ou bater cabeça na poltrona. Ficou faltando também a cerveja gelada e os amendoins. O jeito é aguardar o lançamento em DVD.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
ST. Anger:
Lançado em 5 de junho de 2003 pela Elektra Records. O álbum é considerado o "mais agressivo" de toda a carreira da banda. Muito foi especulado sobre o disco que demorou seis anos (que virou algo freqüente desde 91) para ser lançado. Um dos principais motivos foi a internação do cantor e guitarrista James Hetfield graças ao seu alcoolismo: o que era para ser algumas semanas, levou meses. Outro fato foi que Jason Newsted, baixista que entrou logo após a morte de Cliff Burton (86) estava saindo da banda por diferença de opiniões.
Sendo também o disco mais criticado do Metallica e mais odiado pela maioria dos fãs. Mesmo assim, esse disco carrega algumas pérolas, como “Frantic”, “St. Anger” e “Purify”. Não é um “Master Of Puppets” ou “...And Justice For All”, mas já é a base da volta às raízes.
Este disco marca duas grandes mudanças no Metallica: a ultima parceira com o tão odiado produtor Bob Rock, que tocou baixo nesse disco, e a entrada de Robert Trujillo no baixo para a turnê.
FAIXAS:
Frantic - 5:50 (8/10)
St. Anger - 7:21 (9/10)
Some Kind Of Monster - 8:26 (6/10)
Dirty Window - 5:25 (3/10)
Invisible Kid - 8:30 (3/10)
My World - 5:46 (3/10)
. Shoot Me Again- 7:10 (5/10)- 5:27 (4/10)
Sweet Amber - 7:10 (6/10)
Purify - 5:14 (8/10)
. All Within My Hands - 8:48 (5/10)
Garage Inc - Álbum de covers:
Garage Inc. é um álbum de covers do Metallica, lançado em 24 de novembro de 1998. A principal canção é a "Whiskey in the Jar" e também a foi ganhadora do Grammy Award em 1999 na categoria Melhor Desempenho. O disco possui um total de 27 músicas. Dessas 27 músicas, 11 são inéditas e as outras 16 são gravações do Creeping Death/Garage Days, Garage Days Re-revisited mais B-sides de singles. Possui grandes covers como, Black Sabbath e Motorhead.
Players:
Eu estava, literalmente, sem ideia alguma pra postar aqui no Blog. Então, só pra não deixar o Blog meio parado, deixarei alguns players do álbum RIDE THE LIGHTNING...
DÊ O PLAY:
No Remorse - Kill 'Em All;
"No Remorse" é oitava faixa do disco "Kill 'em All". Foi a primeira música anti-guerra do Metallica. Ela fala sobre pessoas que vão a guerra só para matarem, sem culpa e sem ligar para a dor de suas vítimas.
A canção já foi regravada pela banda Cannibal Corpse, no seu álbum Gore Obsessed, de 2002, e no EP de 2003, Worm Infested.
Em toda a carreira do Metallica, ''No Remorse" já foi tocada 246 vezes ao vivo. A primeira vez foi em 4 de agosto de 82 no Whisky A Go Go, em Hollywood, EUA. Mais recentemente, no dia 16 de agosto do ano passado, aqui no Brasil.
A canção já foi regravada pela banda Cannibal Corpse, no seu álbum Gore Obsessed, de 2002, e no EP de 2003, Worm Infested.
Em toda a carreira do Metallica, ''No Remorse" já foi tocada 246 vezes ao vivo. A primeira vez foi em 4 de agosto de 82 no Whisky A Go Go, em Hollywood, EUA. Mais recentemente, no dia 16 de agosto do ano passado, aqui no Brasil.
5 curiosidades do álbum And Justice for All:
- And Justice for All é o quarto álbum de estúdio da banda Metallica. Foi lançado a 25 de agosto de 1988 pela Elektra Records.
- É o primeiro álbum da banda a contar com o baixista Jason Newsted, que entrou na banda após a morte de Cliff Burton.
- And Justice For All é, musicalmente falando, o álbum mais complexo do Metallica. Além de ser um registro da ápice técnico/musical de cada membro (excetuando-se Jason, que foi traído pela mixagem do som por falta de um baixo audível).
- Vendeu mais de 8 milhões de copias nos Estados Unidos
- A sua temática é obscura, tendo referências a injustiça no sistema de leis, supressão de liberdades, guerra, insanidade e ódio. Destaque para as faixas One, ...And Justice for All e Harvester of Sorrow.
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